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01 4 Dias
02 Estrela de Cinema Mudo
03 Outro Par
04 Chega
05 Ditadura à Bolognesa
06 Meu Bem
07 Bolacha & Café
08 O Que Eu Faço
09 Viillazón
Produzido por Raphael Bertazi.
Todas as músicas compostas por Vinícius Lepore; exceto “Chega”, composta por Vinícius Lepore e Pedro Fávaro Neto.
Arranjos por Raphael Bertazi e Vinícius Lepore.
Gravado entre 4 de junho de 2012 e 13 de dezembro de 2014 no Estúdio Rootsans, por Rodrigo Sanches; Estúdio da Pompéia, por China; no Alemaosound, por Eduardo Aguiar e na Casa do Bertazi, por Raphael Bertazi.
Todos os instrumentos gravados por Vinícius Lepore e Raphael Bertazi, exceto quando indicado.
Raphael Bertazi faz backing vocals em "Outro Par".
Leonardo Liberti toca baixo em “4 Dias” e “Outro Par”.
Marcus Prado toca baixo em “Estrela de Cinema Mudo”.
China toca xilofone em “Bolacha & Café”.
Foto por Mariana Caldas.
Projeto gráfico por Vinícius Lepore.
Arte por Vitor Fiacadori.
Site por Vinny Campos (Studio Lhama).
Mixado e masterizado por Eduardo Aguiar no Ateliê do Vichê, no verão de 2015.
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Sobre Naissius e Síndrome do Pânico
De tempos em tempos, a música brasileira apresenta discos difíceis de serem rotulados. A mistura de diferentes estilos, instrumentos e sonoridades tira nossos ouvidos de uma zona de conforto e desafia críticos e público a definirem uma obra. “Síndrome do Pânico”, disco de estreia do compositor Naissius, é um desses discos.

Naissius é o pseudônimo do músico Vinícius Lepore. Aos 27 anos, Vinícius lança seu primeiro disco solo depois de viver diferentes experiências no mundo da música. Nascido em Jundiaí e radicado em São Paulo desde 2007, o músico entrou na cena underground paulistana no mesmo ano, quando passou a fazer seus primeiros shows com o quarteto de garage rock Limousine Drivers, banda com a qual lançou três EPs entre 2009 e 2011. O primeiro deles, “Watch Your Wishes”, teve produção de Chuck Hipolitho (Vespas Mandarinas/ex-Forgotten Boys) e a participação da atriz Debora Falabella na faixa “My Spanish Girl”.

Após o término da banda, Vinícius passou a trabalhar nos bastidores da música em suas mais diversas vertentes. Convivendo com músicos de diferentes gêneros e nacionalidades, a vontade de retornar aos palcos e ao estúdio resultou nas nove faixas presentes em seu disco de estreia.

Produzido por Raphael Bertazi, responsável por uma série de mash-ups que lhe renderam elogios de Caetano Veloso a David Byrne, “Síndrome do Pânico” mostra em aproximadamente meia hora experimentações sonoras diversas. O disco abre com o suspense crescente de “4 Dias” e ganha peso nas guitarras de “Estrela de Cinema Mudo”; mostra referências nacionais como o forró em “Outro Par”, o samba-rock “Chega” e a MPB tradicional em “Villazón”. Samples se misturam a violões, percussões e efeitos nas músicas “Ditadura à Bolognesa” e “Bolacha & Café” – essa com a participação do músico China tocando xilofone.

Apesar da sonoridade rica, são as letras de Vinícius que dão coesão à obra. Num tom confessional, surgem diferentes sentimentos, explicitados ou às vezes codificados pelo excesso de sinceridade, que nada mais são que representações de situações do dia a dia, aquelas ignoradas propositalmente até o ponto em que explodem, seja num solo de guitarra ou no som de crianças correndo.

A estreia do músico é, assim como seu pseudônimo, de um som estranho, porém fácil de lembrar. “Síndrome do Pânico” foi pensado e produzido como um disco corajoso, desses que as pessoas podem escutar sozinhas, quando querem recuperar as forças ou perdê-las de vez. Naissius canta sobre erros como quem está aprendendo a conviver com eles na frente de todos.
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